Este é o título da minha coluna de maio na Ciência Hoje Online, disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/120379 . Veja o parágrafo inicial e a conclusão da coluna.
Na coluna de março, falei sobre o uso de relógios atômicos no sistema de posicionamento global (GPS, na sigla em inglês). Concluí a coluna dizendo que, sem o relógio atômico, esse sistema seria inviável. Mas o que seria do GPS sem a relatividade? Por causa das correções resultantes das teorias da relatividade restrita e geral, a precisão do sistema encontra-se entre 5 e 10 metros. Se essas correções não fossem aplicadas, o erro de localização seria superior a 11 quilômetros por dia! Vejamos em detalhes como é essa história.
Para concluir, vale mencionar uma aplicação bastante engenhosa elaborada pelo Inpe em colaboração com as Universidades de Washington e de Utah, ambas nos EUA. Trata-se de um estudo sobre relâmpagos em São Paulo (clique aqui para saber mais sobre o assunto). Graças à utilização de um receptor GPS, medidas de campo elétrico com alta resolução temporal sugerem que esses campos podem ser muito maiores durante fortes tempestades do que se previa anteriormente.

