Estou recuperando e colando aqui material que produzi para o GeoCities, no início dos anos 2000.
© 2002 C.A. dos Santos
Texto revisado em dezembro/2002
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O Bar Dia e Noite estava localizado na Rua João Pessoa, próximo à Rua Princesa Isabel. À tarde servia lanches para os adolescentes abastados, e à noite para a juventude namoradeira, igualmente abastada. Depois do namoro era costume ir até o Dia e Noite fazer um lanche para recuperar as energias perdidas no inocente jogo amoroso. Nos finais de semana, a partir de sexta-feira, o bar fervia. Depois das festas nos clubes (ABC, América, Aero Clube, Assen, entre outros), era uma corrida para o Dia e Noite. Não raro, o teor etílico provocava pequenos sururus. É verdade que às vezes o quiproquó era grande, com generalizada quebradeira de mesas. Principalmente quando estavam metidos aqueles irmãos com sobrenome italiano. O garçom Gasolina era uma figura marcante no Dia e Noite. É personagem certa no folclore do bar. Tinha os bordões seguidamente repetidos por ele e pelos fregueses. Não sei quantas vezes ouvi um ou outro freguês exclamando em alto e bom som: – Gasolina, suspenda os ovos e passa a língua! De vez em quando alguém perguntava: – Gasolina, terminou a casa? A costumeira resposta negativa de garçom era seguida pela complementação do piadista – Ah, então continua levando vara?. A referência era antiquada, tratava-se da construção de casa de taipa. |
Bares e Restaurantes no topo da minha memória |
| Bar Dia e Noite | A Palhoça | Sorveteria Oásis | Carne de Sol do Lira | Carne de Sol do Marinho | O Casarão |


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