Quando atravessamos a barreira dos 70, começamos a contagem dos amigos que vão nos deixando sob o implacável desígnio da natureza. Filmes que vi recentemente provavelmente expliquem o porquê desse repentino desejo de chamar à vida no meu plano afetivo alguns amigos, conterrâneos e contemporâneos que nos deixaram sem nos pedir licença.
Não tenho qualquer critério para elenca-los. Provavelmente a marca indelével no inconsciente emocional defina a “ordem de chamada”, mesmo que não explicitamente. Serão chamados como os chamávamos nas ruas.
Crônica completa em https://areiabranca.wordpress.com/2020/01/19/os-que-se-foram

