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Archive for the ‘cientistas’ Category

Veja os textos sobre física de partículas.

  1. ABDALLA, M.C.B. O discreto charme das partículas elementares. São Paulo: Editora Unesp, 2006.
  2. ARNS, R. G. Detecting the neutrino. Physics in Perspective, 3 (2001) 314–334, 2001. Disponível em <http://www.springerlink.com/content/y9qlj0pbqqemqpyr/fulltext.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  3. BARISH, B., WALKER, N., YAMAMOTO, H. Building the Next-Generation Collider. Scientific American, pp. 46-51, February 2008.
  4. BEDIAGA, I. O colosso criador e esmagador de matéria. Ciência Hoje, v. 42, n.247, abril de 2008. Disponível em < http://cienciahoje.uol.com.br/protected/127987>. Acesso em 09/09/2008.
  5. Blog do professor Carlos <http://www.professorcarlos.com/2008/09/para-apreciar-festa-do-lhc.html>.
  6. BRUMFIEL, G. Particle physics: The race to break the standard model. Nature, v. 455, n. 7210, p. 156, 2008. Disponível em <http://www.nature.com/news/2008/080910/full/455156a.html>. Acesso em 10/09/2008.
  7. BRÜNING, O., COLLIER, P. Building a behemoth. Nature 448, 285-289 (19 July 2007). Disponível em <http://www.nature.com/nature/journal/v448/n7151/pdf/nature06077.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  8. CAMPAGNARI, C., FRANKLIN, M. The discovery of the top quark. Reviews of Modern Physics, v. 69, n. 1, 137-211, 1997.
  9. CRIBIER, M., SPIRO, M., VIGNAUD, D. Le neutrino, une particule à problèmes. La Recherche, 275, 408-414, 1970.
  10. ELLIS, J. Particle physics: the next generation. Physics World, 43-48, Dec. 1999.
  11. ______. Beyond the standard model with the LHC. Nature v. 448, 297-301 (19 July 2007). Disponível em <http://www.nature.com/nature/journal/v448/n7151/pdf/nature06079.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  12. FERMI, E., YANG, C. N. Are Mesons Elementary Particles? Physical Review, v. 76, n. 12, pp. 1739-1743, 1949.
  13. GLASHOW, S. L. Towards a unified theory: Threads in a tapestry. Reviews of Modern Physics, V. 52, N.3, 539-543, 1980.
  14. HARTMANN, S. Models and stories in hadron physics. Disponível em <http://philsci-archive.pitt.edu/archive/00002433/01/Stories.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  15. HOOFT, G. ’t. The making of the standard model. Nature v. 448, 271-273 (19 July 2007). Disponível em <http://www.nature.com/nature/journal/v448/n7151/pdf/nature06074.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  16. KULLANDER, S. Accelerators and Nobel laureates. Disponível em <http://nobelprize.org/nobel_prizes/physics/articles/kullander/>. Acesso em 09/09/2008.
  17. LEDERMAN, L. The God particle et al. Nature, v. 448, 310-312 (19 July 2007). Disponível em <http://www.nature.com/nature/journal/v448/n7151/full/nature06081.html>. Acesso em 09/09/2008.
  18. LISS, T. M., TIPTON, P. L. The Discovery of the top quark. Scientific American, 36-41, Sept. 1997.
  19. LOVATI, F. Para onde vai a física de partículas. Disponível em <http://cienciahoje.uol.com.br/45255>. Acesso em 09/09/2008.
  20. MUKERJEE, M. A Little Big Bang. Scientific American, pp. 42-47, March 1999.
  21. MULLER, T. The CMS tracker and its performance. Nuclear Instruments and Methods in Physics Research Section A: Accelerators, Spectrometers, Detectors and Associated Equipment, v. 408, n. 1, 119-127, 1998.
  22. NEFKENS, B.M.K. Meson-nucleon physics: past, present and future. arXiv.org > nucl-ex > arXiv:nucl-ex/0202006. Disponível em <http://arxiv.org/PS_cache/nucl-ex/pdf/0202/0202006v1.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  23. OLIVEIRA, A. Elementar, meu caro leitor. Disponível em <http://cienciahoje.uol.com.br/69442>. Acesso em 09/09/2008.
  24. PANOFSKY, W. K. H. The evolution of particle accelerators & Colliders. Disponível em <http://www.slac.stanford.edu/pubs/beamline/27/1/27-1-panofsky.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  25. PERL, M. L. The electron, muon, and tau heavy lepton: Are they the truly elementary particles?. Disponível em <http://www.slac.stanford.edu/cgi-wrap/getdoc/slac-pub-2531.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  26. ______. The Discovery of the Tau Lepton and the Changes in Elementary-Particle Physics in Forty Years. Physics in Perspective, v. 6, pp. 401–427, 2004. Disponível em <http://www.springerlink.com/content/39gc1rwy45g0dlta/fulltext.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  27. QUIGG, C. The coming revolutions in particle physics. Scientific American, pp. 38-45, Feb. 2008.
  28. ROQUÉ, X. The manufacture of the positron. Studies in History and Philosophy of Modern Physics. V. 28, N. 1, pp. 73-129, 1997.
  29. STAPNES, S. Detector challenges at the LHC. Nature, v. 448, 19 July 2007. Disponível em <http://www.nature.com/nature/journal/v448/n7151/pdf/nature06078.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  30. TREIMAN, S. B. The weak interactions. Scientific American, pp. 2-11, March 1959.
  31. WEINBERG, S. Conceptual foundations of the unified theory of weak and electromagnetic interactions. Reviews of Modern Physics, v. 52, n. 3, pp. 515-523, 1980.
  32. ______. The making of the standard model. arXiv.org > hep-ph > arXiv:hep-ph/0401010v1. Disponível em <http://arxiv.org/PS_cache/hep-ph/pdf/0401/0401010v1.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  33. WEISSKOPF, V. F. Nuclear structure and modern physics. Physics Today, v. 20, n. 5, pp.23-26, 1967.
  34. WILCZEK, F. The future of particle physics as a natural science. arXiv:hep-ph/9702371v2 20 Feb 1997. Disponível em <http://arxiv.org/PS_cache/hep-ph/pdf/9702/9702371v2.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  35. ______. In search of symmetry lost. Nature, v. 433, pp.239-247, 20 JANUARY 2005.
  36. WILLIAMS, G. Antimatter and 20th century science. Physics Education, v. 40, n. 3, pp. 238-244, 2005.
  37. WYATT, T. High-energy colliders and the rise of the standard model. Nature, v. 448, 274-280, 19 July 2007. Disponível em <http://inpp.ohiou.edu/~inpp/nuclear_lunch/archive/2007/nature06075.pdf>. Acesso em 09/09/2008.
  38. ZWEIG, G. Origins of the Quark Model. Disponível em <http://www-hep2.fzu.cz/~chyla/talks/others/zweig80.pdf>. Acesso em 09/09/2008.Voltar para o sumário.

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Desde os tempos mais remotos, o homem persegue a idéia do átomo, aquilo que seria o constituinte indivisível da matéria. No entanto, o primeiro modelo atômico baseado em evidências experimentais só foi elaborado a partir de 1911, pelo neozelandês Ernest Rutherford (1871-1937) e seus colaboradores . Com a descoberta do próton , em 1919, e do nêutron, em 1932, o modelo de Rutherford chegou ao formato em que ainda é largamente ensinado em nossas escolas.

Rutherford (à direita) e Hans Geiger ao lado do equipamento com o qual realizaram os famosos espalhamentos de partículas alfa, cujos resultados originaram o modelo atômico que ficou conhecido como modelo de Bohr.
Um dos grandes desafios enfrentados pelos físicos nos anos 1920 e 1930 era a explicação do fenômeno conhecido como decaimento beta, no qual um nêutron transforma-se em um próton e um elétron, que é expelido pelo núcleo e identificado como radiação beta. Sempre que esse fenômeno era observado, o elétron apresentava diferentes valores de energia, o que era incompatível com a conservação de energia e da quantidade de movimento prevista em teoria.
A coisa era tão esquisita que o próprio Niels Bohr (1885-1962) pensou que essas sagradas leis não deveriam valer para os fenômenos nucleares. Numa atitude desesperada, o austríaco Wolfgang Pauli (1900-1958) propôs, em 1930, a existência de uma partícula sem carga elétrica e com massa semelhante à do elétron.
Essa partícula seria a responsável pela conservação de energia e quantidade de movimento no decaimento beta. Em 1933, o italiano Enrico Fermi (1901-1954) a denominou neutrino (pequeno nêutron, em italiano). Ela foi a primeira partícula elementar resultante de uma previsão teórica. Porém, por ser neutra e muito leve, passou 26 anos escapando dos detectores inventados pelo homem.

A foto acima é a evidência da primeira observação de um neutrino em uma câmara de bolhas, em experimento realizado nos Estados Unidos em 1970. Um neutrino atinge um próton, resultando três traços de partículas (à direita). O traço mais longo é de um múon, o mais curto é do próton, e o terceiro é do méson pi, criado durante a colisão (foto: Laboratório Nacional de Argonne).

Energia negativa e antimatéria

À margem dos estudos nucleares, o britânico Paul Dirac (1902-1984) tentava, entre 1928 e 1930, explicar o comportamento do elétron em termos da relatividade e da teoria quântica. Seus estudos resultaram naquilo que hoje conhecemos como equação de Dirac. Na época , ela causou perplexidade porque previa a existência de um elétron com carga positiva e energia negativa.

A interpretação da energia negativa é muito complicada para ser tratada aqui, mas o fato relevante é que esse resultado deu origem ao conceito de antimatéria. A implicação disso é que, além do elétron, deveria existir um antielétron. A teoria de Dirac também previa que partícula e antipartícula deveriam se aniquilar se colocadas suficientemente próximas.

Mais impressionante do que essas previsões, foi a confirmação experimental da existência da antimatéria, obtida pelo americano Carl David Anderson (1905-1991) em 1932, com a descoberta do pósitron – o antielétron postulado por Dirac –, utilizando raios cósmicos. O impacto de tudo isso pode ser avaliado pela rapidez com que eles ganharam o Nobel de Física: Dirac em 1933 e Anderson três anos depois. Um ano após seu prêmio, Anderson descobriu o múon, uma partícula 200 vezes mais pesada que o elétron, e que na época se imaginava ser uma espécie de méson, partícula prevista pelo japonês Hideki Yukawa (1907-1981).

As curvas helicoidais no interior do retângulo vermelho, uma para a esquerda e outra para direita são traços de um elétron e um pósitron, criados por um fóton com energia superior a 1,022 MeV.

No final dos anos 1940, acreditava-se que as partículas elementares eram elétron, próton, nêutron, neutrino, múon e méson pi. A edição de dezembro de 1949 da Physical Review publicou um artigo em que Fermi e o sino-americano Chen Ning Yang (1922-) questionam o status de “elementar” para muitas das partículas até então descobertas. Para ser “elementar”, a partícula não pode ter qualquer estrutura interna : t em que ser algo como um ponto material.

Para Fermi e Yang, algumas dessas partículas, sobretudo os mésons, poderiam ser compostas de um núcleon (próton ou nêutron) e sua antipartícula. O pequeno artigo , de cinco páginas, conceitualmente elegante e ousado – o antipróton e o antinêutron só seriam descobertos seis anos depois – , deu início a uma corrida desenfreada na busca de teorias para explicar a composição das partículas recém descobertas.

Surge o quark

O resultado mais frutífero foi o modelo de quark, e deste para o modelo padrão foi um salto. Embora a denominação quark tenha sido inventada pelo americano Murray Gell-Mann (1929-), o modelo foi elaborado simultaneamente por ele e pelo russo George Zweig (1937-). De acordo com esse modelo, o próton e o nêutron são compostos por três quarks, enquanto os mésons são compostos por um quark e um antiquark . Na ilustração ao lado, temos o próton (uud) e o nêutron (udd)

Um aspecto desagradável na história da física de partículas, sobretudo para o leigo, é a sucessão de novos termos para denominar novas partículas e novos tipos de interação, formando um cenário geralmente confuso e não intuitivo. Felizmente, com o advento do modelo padrão , este cenário foi consolidado com uma estrutura mais palatável.

Hoje podemos dizer que a física de partículas é suportada por um tripé: léptons (elétron, múon, tau e seus respectivos neutrinos), quarks (Up, Charme, Superior, Down, Estranho, Inferior) , e portadores de força , ou propagadores de interação (fóton, glúon, bósons W + , W – e Z). Os quarks formam partículas compostas denominadas hádron. Existe perto de uma centena de hádrons, divididos em duas famílias: os mésons (quark + antiquark) e o bárions (3 quarks). O próton e o nêutron são os membros mais famosos da família bariônica. Portanto, de acordo com o modelo padrão , só temos 17 partículas elementares: 6 léptons, 6 quarks e 5 portadores de força.

Sobre essas partículas (elementares e compostas) agem três tipos de forças, ou três tipos de interações. A interação eletromagnética, que atua em todas as partículas, desde que possuam carga elétrica, e tem alcance infinito; a interação fraca, que age sobre léptons e hádrons, desde que estejam a uma distância da ordem do raio do núcleo; e a interação forte, também conhecida como força nuclear, que age unicamente sobre os quarks e hádrons, e tem alcance similar à interação fraca.

Prótons e nêutrons interagem por intermédio da força nuclear para manter o núcleo. Por outro lado, os quarks no interior do próton interagem para que este permaneça estável. Essas interações propagam-se pela ação do fóton (força eletromagnética), dos bósons (força fraca) e dos glúons (força forte).

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Este é o título da minha coluna de agosto na Ciência Hoje Online. Tem a ver com a mensagem anterior, “New Speed Record for Magnetic Memories“.

Veja o primeiro e o último parágrafo:

A prestigiosa revista Physical Review Letters acaba de publicar um artigo que vai dar o que falar. O trabalho apresenta resultados obtidos por pesquisadores do instituto nacional de metrologia alemão – o Physikalisch-Technische Bundesanstalt (PTB) –,sobre reversão balística de magnetização. Apresentado assim, esse conceito soa como grego para a maioria das pessoas, mas o texto de divulgação que o PTB preparou para anunciar os resultados vem sendo reproduzido em inúmeros e importantes sítios da internet.

Num futuro próximo, você terá um minúsculo e potente computador na palma da sua mão. Em vez de uma máquina com 1 GB de memória RAM e um disco rígido com 100 GB, você vai simplesmente comprar um computador com memória de 200 GB, 300 GB, ou quanto seu orçamento permitir. Quando? Talvez antes de 2010.

Veja as fotos da coluna:


Memórias magnéticas de acesso aleatório fabricadas pela Everspin. O estudo alemão recém-publicado torna mais próxima a produção barata e em larga escala desses dispositivos (foto: reprodução).

As memórias magnéticas de ferrita, comuns nos anos 1960, logo deram lugar às memórias dinâmicas de acesso aleatório (DRAM) fabricadas com semicondutores (foto: H.J. Sommer III, prof. de engenharia mecânica, Penn State Univ.).

Para gravar informações nas memórias magnéticas, é preciso inverter o sentido de magnetização das células, de forma a configurar os bits 0 e 1 (arte: Lawrence Berkeley National Laboratory).

A popularização das memórias MRAM deve tornar possível a fabricação de palmtops extremamente pequenos, rápidos e com grande capacidade de memória (foto: Wikimedia Commons).

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Este é o título de uma nota à imprensa, divulgada pelo Physikalisch-Technische Bundesanstalt. A seguir a tradução.


Novo Recorde de Velocidade para Memórias Magnéticas

Reversão balística de spin possibilita memórias não voláteis ultra-rápidas.

18.8.2008

[PTB] Um experimento realizado no Physikalisch-Technische Bundesanstalt (PTB) exibiu reversão de spin em um nanomagneto, tão rapidamente quanto permite o limite fundamental. Usando a assim denominada reversão balística, memórias magnéticas não voláteis poderão operar com velocidades similares àquelas das mais velozes memórias não voláteis disponíveis no mercado. O experimento é descrito na próxima edição da Physical Review Letters (22/08/2008).

Chips de memórias rápidas, tais como DRAMs e SRAMs (Memória de Acesso Aleatório Dinâmico e Estático) usados atualmente têm uma desvantagem decisiva: no caso de interrupção da energia eles perdem a informação armazenada. Este problema poderia ser resolvido por intermédio de chips de memórias magnéticas denominadas MRAMs (Memória Magnética de Acesso Aleatório). Na MRAM, a informação digital não é armazenada por intermédio da carga elétrica, mas por meio da orientação da magnetização de uma célula magnética.

A última geração de MRAM usa o denominado efeito de torque de spin para a programação de bits magnéticos. Usando o torque de spin o estado da memória na célula pode ser programado numa forma muito simples pela aplicação de um pulso de corrente. Uma corrente positiva orienta a magnetização em uma direção (estado digital “ 0” ) e uma corrente negativa orienta na direção oposta (estado digital “ 1” ). MRAM com torque de spin é também uma promessa para a obtenção de alta densidade de armazenamento, comparável às memórias DRAM e Flash. Vários fabricantes de chips semicondutores estão desenvolvendo memórias com torque de spin; espera-se que seja em breve sua introdução no mercado.

Um pulso de corrente gerador de um torque no spin excita o movimento rotacional da magnetização da célula de memória – a assim chamada precessão. Normalmente, a magnetização tem que passar por vários ciclos de precessão até que a reversão completa se realize. Assim, os atuais protótipos de MRAM com torque de spin necessitam de aproximadamente 10 nanossegundos para efetuar um processo de gravação, o que compromete a velocidade da MRAM.

No experimento realizado no PTB, em Braunschweig, reversão de magnetização com torque de spin foi obtida com um único ciclo de precessão. Esta denominada reversão “balística” de magnetização com torque de spin corresponde ao limite físico de tempos ultra-curtos. Ela foi obtida por intermédio de um ajuste preciso dos parâmetros do pulso de corrente com um pequeno campo magnético perpendicular à direção da magnetização.

Usando reversão balística com torque de spin futuras MRAM poderão ser programadas com pulsos de corrente menores do que 1 nanossegundo, correspondendo a uma freqüência superior a 1 GHz. Será possível a fabricação de uma memória não volátil, com alta densidade e velocidade comparável às mais altas obtidas com as atuais memórias voláteis.

Publicação original :

Quasi-ballistic spin torque magnetization reversal S. Serrano-Guisan, K. Rott, G. Reiss, J. Langer, B. Ocker, and H. W. Schumacher Physical Review Letters 33 (2008)

Contato:

Dr. Hans Werner Schumacher, PTB Working Group 2.53 Low-dimensional Electron Systems, Telefone: +49531-592-2414, e-mail: hans.w.schumacher@ptb.de

Versão original disponível em http://www.ptb.de/en/aktuelles/archiv/presseinfos/pi2008/pitext/pi080818.html .

Nota :

Existem dois equívocos na informação da publicação original. O título correto do artigo é Biased Quasiballistic Spin Torque Magnetization Reversal, e o volume da revista não é o 33, é o 101 O endereço do artigo é este Phys. Rev. Lett. 101, 087201 (2008) (CAS).

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Da descoberta da radioatividade, em 1896, à descoberta da fissão nuclear, em 1938, quando se evidenciou a possibilidade da fabricação de artefatos nucleares, novos conceitos científicos foram introduzidos à medida que fenômenos até então desconhecidos eram revelados. Entre tantas novidades, a história registrou equivocadamente a prioridade de algumas descobertas. A identificação do radônio é um dos casos mais interessantes: passemos essa história a limpo.Dessa tão surpreendente quanto instrutiva história, tiramos a lição de que todo o cuidado é pouco no uso de citações indiretas. Freqüentemente surpreendemos estudantes recorrendo a esse expediente como se estivessem fazendo citações diretas, correndo o risco de contribuir para a difusão de equívocos como o relatado acima.

Este é o primeiro parágrafo da minha coluna deste mês na Ciência Hoje Online.

O final da coluna é este:

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