Não lembro quem tinha o contato naquela pensão da Correia Dutra; Alzamir ou Marcelo? O número da rua? Como é que vou lembrar, se nem lembrei o nome da Maria Amélia!
Na chegada, Evaldo, um primo que era desenhista da Rio Gráfica (Recruta Zero e outros quadrinhos) me aguardava na Rodoviária. Fiquei no seu apartamento no Catumbi, durante dois dias, antes de ir para a pensão.
Lembro que lá morava um rapaz de Natal, que trabalhava no Ministério do Trabalho. Era velho amigo do Padre Zé Luiz. Nos deu uma bela régua (40 cm) com propaganda do MT, que ainda tenho até hoje.
Não achei uma foto da Correia Dutra, que fica ali perto do Largo do Machado. Veja aí o que tínhamos nas redondezas.
Na frente do Lamas tinha frutas para venda no varejo. Fiquei impressionado com o preço da melancia, fruta que até então jamais tinha comprado, pois tínhamos no sítio dos meus avós. No final do ano, quando fui de férias para Natal, visitei meu avô e perguntei:
– Vovô, o senhor sabe quanto custa o quilo de melancia no Rio?
Ele nem quis saber o preço. Simplesmente perguntou:
– E vendem?
Outra coisa que me impressionou naqueles primeiros dias de Rio de Janeiro, foi o preço do copo de água de coco. Era caro demais para meu curto orçamento. Nas férias me vingava. Tomava banho de água de coco no sítio.
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| Café e Restaurante Lamas | Cine São Luiz |
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| Largo do Machado | Castelinho do Flamengo |
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| Cine Paissandú | Cine Paissandú atual |
Muitas histórias nas bebericações de fins de semana no bar Paissandú. Achei essa foto nova do Cine Paissandú, que depois do metrô passou a chamar-se Estação Paissandú. Curiosidade: o filme do cartaz é Piaf. Lembro que vi neste cinema, nos anos 1980, o belo filme Edit e Marcel, de Claude Lelouch, sobre o romance de Edit Piaf com o boxeador Marcel Cerdan.




