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Archive for the ‘Textos diversos’ Category

Com as notícias diárias sobre queda de venda, fechamento de fábricas de alta tecnologia e coisas do gênero, você já imaginou se sair uma notícia do tipo: o Google vai fechar? Tem gente, como eu, que tem tudo que é digital pendurado nos servidores do Google. Me dá um prosac, rápido!

Veja aí, algumas notícias do New York Times:

Sun Microsystems Reports $1.7 Billion Loss and Falling Sales

Electronic Arts Lowers Forecast and Cuts Its Work Force

Motorola to Cut Jobs and Delay Spinoff

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Faz 32 anos desde a primeira vez que visitei a Feira do Livro de Porto Alegre. Em 1994, quando ela fez 40 anos, eu até escrevi uma crônica. Faz 54 anos que a feira é realizada no mesmo local (praça da Alfândega) e no mesmo período. Inicia na última sexta-feira de outubro e encerra no segundo domingo de novembro. Vou fazer aqui uma retrospectiva fotográfica, com fotos do meu arquivo e deste livro do Paulo Betancur e Joaquim da Fonseca.

Sessão de autógrafos em 1970. Detalhe: não há mesas para os autores apoiarem os ivros. Na foto abaixo, de 1982, a sessão de autógrafos era ar livre, mas com mesa! No primeiro plano, a partir da esquerda: A orelha e o braço esquerdo do Mário Quintana, Bruna Lombardi e Clarisse, que não tava nem aí para os astros citados.

Nos anos 1990 os autógrafos passaram para um pavilhão, mais confortável.
José Antonio Pinheiro Machado (Anonymous Gourmet) autografa livro para o autor do blog.
Em 2003 participei de uma sessão de autógrafo do meu livro O plágio de Einstein, mas não estou achando as fotos desta sessão. Resenhas e outras informações sobre o livro encontram-se neste endereço: http://www.albert.einstein.nom.br/.  No ano mundial da física (2005), participei de uma sessão especial sobre Einstein, com Alfredo Tolmasquim e Cássio Leite Vieira.
Um dos destaques da feira, que já virou folclore, é a cata por raridades nos balaios.
Uma coisa desagradável é que sistematicamente durante a feira cai uma tromba d’água.

Personalidades

Dyonélio Machado Mário Quintana
Moacyr Scliar Ruy Castro e Luis Fernando Veríssimo
Mário Quintana e Carlos Drummond de Andrade, em bronze.

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Faz muito tempo, bem antes da existência desse meio de comunicação, que penso em escrever sobre este tema. Antes não tinha o espaço apropriado, agora, neste momento, estou sem tempo, mas não vou perder a oportunidade de fazer o registro. Depois voltarei ao assunto.

Hoje pela manhã, na Rádio Gaúcha, aqui em Porto Alegre, provocada por André Machado, a respeito do sensacionalismo em torno da morte da menina Eloá Cristina Pimentel, sobretudo o acompanhamento do seu funeral por redes TV em rede nacional.  Ana Amélia Lemos disse, ipsis litteris:

É, isso pode influenciar mentes fracas.

Trata-se de um mea culpa, de uma respeitada jornalista. Sempre achei que o cinema e a imprensa provocam uma espécie de efeito manada no comportamento de amplos setores da sociedade. Antigamente na saída de um ingênuo filme bang-bang, muitos meninos sentiam-se o próprio John Wayne. Hoje, depois de um pulp fiction, parece mais lógico estrangular e beber o sangue do próximo que estiver à nossa frente.

Claro, jornalistas e cineastas, pelo menos publicamente, sempre estiveram contra esta hipótese. Sempre disseram que o que eles fazem é reproduzir as manifestações sociais, e que esta reprodução não tem efeito realimentador.

Teria muito mais a dizer, mas tenho outros afazeres. Como diria o Anonymous Gourmet: voltaremos!

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Está cada vez mais difícil e complexa esta vida no espaço virtual. São tantos as questões pertinentes, vai durar umas duas caixas de cerveja (isso não existe mais, lembranças dos tempos de antanho), mas como só tenho tempo para duas doses de Murim Mirim (não tem mais? então serve uma Ypioca, tirada do congelador!), vou mencionar este artigo que saiu hoje no New York Times.

Antes, deixe-me dizer que outro dia li, não lembro onde, que a web está proporcionando um horizonte informativo infinito, mas que as pessoas estão perdendo a capacidade de reflexão. Acho que era um artigo criticando o google e similares. Se você observar bem seu comportamento talvez concorde com esse ponto de vista. A gente vai clicando, clicando, vendo coisas e mais coisas, muita porcaria, aí achamos algo interessante, mas quem sabe não algo mais interessante aí na frente? Daí continuamos clicando, clicando, vamos juntando megabytes e mais megabytes. Ufa, cansamos e não temos mais energia para ler tudo isso!

Com essa história das TIC (tecnologia de informação e comunicação), é uma festa! O que tem de gente escrevendo e dizendo-se especialista, sem saber quase nada do que dizem e escrevem.

A sensação é realmente que estamos todos perdidos neste espaço. Ninguém sabe para onde ir. E não tem bússola para nos orientar!

Os meios de comunicação de massa (MCM) invadiram o espaço, em busca de anúncios. Todo jornal, rádio, seus colunistas e seus programas têm blogs, recursos WEB 2.0, todo um esquema para fidelizar leitores, ouvintes e telespectadores. E o que é que está acontecendo?

Os jornais estão perdendo anúncios online, que eles viam como a salvação econômica.  

Veja mais no blog do STEPHANIE CLIFFORD: Newspapers’ Web Revenue Is Stalling

 

 

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Se já for possível definir uma pré-história da internet, posso dizer que sou um jurássico. Vi essa coisa nascer e já li muita coisa boa sobre as ferramentas (veja o texto sobre o google) desenvolvidas para comunicação e busca de informação, mas este artigo do Damian Carrington, editor do Guardian, é fora de série. O texto está disponível em How to set up a science blog.

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