Introdução
© 2007, C. A. dos Santos
Atualizado em 22/04/2008
A versão original fez parte de um curso apresentado na UERGS, em 2007
Objetos de aprendizagem (OA) vêm despertando o interesse da comunidade dedicada à educação a distância há mais de uma década. O primeiro trabalho publicado em periódico indexado na Web of Science apareceu em 1994.

Desde então, só nesses periódicos já foram publicados mais de 250 trabalhos. Se considerarmos outros meios de comunicação, este número cresce enormemente. Por exemplo, no google aparecem 1.370.000 páginas com a palavra-chave “learning objects”.
A idéia de OA tem sido majoritariamente utilizada em disciplinas de biologia, física, matemática e química, mas existem alguns repositórios, sobretudo em inglês, para disciplinas das ciências humanas.
Como veremos no próximo capítulo, a definição de OA é tão ampla que qualquer produto digital com finalidades educacionais pode ser considerado um OA. Neste sentido, uma habilidade básica para edição de textos html e boa estratégia de busca na internet capacita-nos a construir nossos próprios objetos de aprendizagem. É claro que total autonomia nessa área exige o domínio de alguma ferramenta de animação e simulação (flash, java). Não que o professor tenha que necessariamente dominar estas ferramentas, mas alguém da equipe tem que possuir essa expertise.
Apesar dessas possibilidades, o presente material caracteriza-se como uma iniciação ao tema. Embora não tenhamos a pretensão de capacitar o usuário médio para a produção de OA, os canais aqui abertos provavelmente estimularão alguns a empreenderem estudos mais avançados.
Como a literatura mais visível nessa área é amplamente favorável aos OA, indico abaixo alguns textos céticos. Nada mais apropriado em um instituição acadêmica do que uma boa polêmica.
Introdução | Conceituação | Rived | Repositórios | Inserção em hipertexto | Bibliografia
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