Repositórios
© 2007, C. A. dos Santos
Atualizado em 15/11/2007
A idéia de objetos de aprendizagem contempla concepções de trabalho colaborativo em larga escala. Isso se dá através da criação de repositórios de OA. O RIVED é um exemplo de repositório. Existem vários outros, em diferentes idiomas. Com a expressão de busca repositórios objetos de aprendizagem, o Google recuperou 57.300 documentos (em 15/11/2007). Entre os primeiros da lista, encontram-se textos sobre repositórios. No entanto, o que nos interessa aqui são repositórios e não textos conceituais ou informativos. Além disso, nos interessa, neste momento, repositórios com acesso público. Lamentavelmente, a comunidade brasileira de estudiosos do tema produz muita reflexão e pouco material instrucional na forma de objetos de aprendizagem visíveis no Google (o ícone em termos de ferramenta de busca). O primeiro respositório que aparece é o CESTA (5a. página na recuperação do Google), que exige cadastramento para o acesso. Até a qüinquagésima página não há qualquer repositório, além do CESTA. Deixarei para os alunos do curso a tarefa de achar repositórios nacionais, além do RIVED e do LabVirt.
Essa nossa tradição enciclopédica contrasta com a praticidade da cultura anglo-saxônica. Por exemplo, com a expressão learning object repository, o Google recuperou 1.830.000 documentos (em 15/11/2007). Entre os 10 primeiros endereços, apenas um consiste em artigo sobre OA (A Report on Learning Object Repositories). Todos os outros nove endereços permitem acesso a repositórios de OA, incluindo o da wikipedia.
Veremos no próximo capítulo como inserir OA em um hipertexto.
Introdução | Conceituação | Rived | Repositórios | Inserção em hipertexto | Bibliografia


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